Reunião Clínica Anual: DaVita Portugal reforça foco no doente

A DaVita Portugal realizou a sua Reunião Clínica Anual, juntando equipas de diferentes áreas num momento de reflexão estratégica e partilha de resultados clínicos, com o objetivo de reforçar a cultura organizacional centralizada no doente.

O encontro destacou a importância da articulação entre as dimensões clínica, operacional, financeira e de recursos humanos como condição essencial para assegurar cuidados de elevada qualidade, segurança assistencial e uma experiência positiva para os doentes. As unidades clínicas foram apresentadas como o núcleo da atividade da organização, onde se materializam as decisões e se consolidou o trabalho em equipa.

Ao longo da sessão foram revistos vários indicadores clínicos considerados críticos para a prática em diálise, incluindo hospitalizações, mortalidade, parâmetros de gestão da anemia e da volémia, utilização de hemodiafiltração e desempenho em doentes portadores de cateter venoso central. A análise destes dados permitiu identificar tendências e oportunidades de melhoria contínua entre as diferentes clínicas.

O evento contou com a presença de Robert Lang, Presidente Internacional da DaVita, e Mari-Liis Visnapuu, Diretora Executiva, reforçando a dimensão global e a importância estratégica do encontro para o grupo.

Paulo Dinis, Diretor-Geral da DaVita Portugal, salientou o papel da integração entre equipas na qualidade dos cuidados prestados:
“Quando conseguimos alinhar todas as áreas em torno de um objetivo comum, criamos as condições para decisões mais consistentes e para uma resposta mais eficaz às necessidades dos nossos doentes.”

Por sua vez, Artur Mendes, diretor médico nacional, destacou a relevância da monitorização contínua dos resultados clínicos:
“A análise sistemática dos nossos indicadores é fundamental para ajustar práticas, reduzir variabilidade e garantir que a nossa atuação clínica se baseia sempre na melhor evidência disponível.”
A iniciativa reforçou o compromisso da DaVita Portugal com a melhoria contínua, a padronização de boas práticas clínicas e a valorização do trabalho em equipa como pilares da qualidade assistencial.