A DaVita Porto assinala 47 anos de atividade, celebrando um percurso marcado pela experiência, pela evolução dos cuidados de Nefrologia e pelo compromisso diário com os doentes. Uma das unidades de hemodiálise mais antigas da cidade do Porto, a clínica tem desempenhado, ao longo de quase cinco décadas, um papel importante na prestação de cuidados de Nefrologia avançados de proximidade, acompanhando a evolução científica e tecnológica do setor sem perder a dimensão humana que caracteriza a sua forma de cuidar.
Para Luciano Pereira (C.P. 51116), diretor clínico da DaVita Porto, celebrar mais um aniversário representa “orgulho, pertença, responsabilidade, serviço e perseverança”. Ao longo dos anos, a unidade foi acompanhando a transformação da área da Nefrologia e, em particular, da Hemodiálise, mantendo-se próxima dos doentes e das suas necessidades.
A evolução científica e tecnológica refletiu-se também na própria clínica, que recentemente renovou as suas instalações, procurando garantir melhores condições para os doentes e para os profissionais. No entanto, a modernização não alterou a essência da unidade. “Nunca deixámos de ser uma clínica de afetos, uma clínica de proximidade, em que o doente está, de facto, em primeiro lugar”, sublinha Paula Vasconcelos (C.P. 39098), enfermeira-chefe.
Ao longo deste percurso, a DaVita Porto enfrentou diferentes desafios, entre os quais a pandemia de Covid-19, as obras de remodelação e a crescente complexidade clínica dos doentes. “A pandemia Covid representou um desafio enorme; tomámos todas as medidas adequadas para proteger os nossos doentes e colaboradores”, recorda Luciano Pereira. Também a realização das obras, mantendo a unidade de hemodiálise em funcionamento, exigiu um esforço significativo por parte de toda a equipa.
A evolução do perfil dos doentes tem sido igualmente um desafio, com um aumento das comorbilidades associadas à doença renal. “Os nossos doentes estão cada vez com mais comorbilidades, para além da sua doença renal, mas que temos de abordar e tratar, de forma a proporcionar o melhor tratamento ao doente”, explica o diretor clínico. Esta realidade exige uma abordagem cada vez mais integrada e um acompanhamento atento às diferentes dimensões da saúde e da vida de cada pessoa.
Entre os marcos mais relevantes do percurso da DaVita Porto está o reconhecimento alcançado em 2021, quando a unidade recebeu o prémio DaVita BEST DQI Improvement, destinado à clínica com a maior melhoria nos indicadores de qualidade. “Desde então, orgulhamo-nos de manter esses indicadores em níveis muito elevados, compatíveis com a excelência no tratamento que os nossos doentes merecem”, destaca Luciano Pereira.
A qualidade dos cuidados é acompanhada por um conjunto de procedimentos e práticas, tanto a nível local como através das orientações da DaVita. Mas, para Paula Vasconcelos, a qualidade não pode ser dissociada da humanização. “A humanização dos cuidados tem sido garantida através de uma atenção crescente a este tema, questionários de satisfação e, mais importante, colocar o doente no seu papel, um papel central na prestação de cuidados de saúde”, afirma.
É uma proximidade que se reflete na relação construída diariamente entre profissionais e doentes e que, em alguns casos, ultrapassa a própria dimensão clínica. “O trabalho desenvolvido na nossa clínica afeta a vida dos nossos doentes em múltiplas dimensões, não só no acompanhamento realizado perante o tratamento de substituição da função renal, mas também na vida pessoal dos doentes, pois referem que a clínica é a sua segunda casa”, conta a enfermeira-chefe.
Ouvir os doentes e compreender aquilo que é importante para cada um é, por isso, uma parte essencial deste compromisso. “O doente tem de ser ouvido se queremos melhorar a sua vida, não só a quantidade, mas também a qualidade de vida”, acrescenta Paula Vasconcelos.
Esta relação de proximidade é também uma das características que a equipa identifica como distintivas da DaVita Porto. Na unidade são vividos diariamente os valores da DaVita num ambiente que procura conjugar exigência profissional e proximidade humana
Aos 47 anos, a DaVita Porto olha agora para o futuro com a ambição de manter a qualidade dos cuidados prestados e continuar a responder aos desafios do setor da saúde e da hemodiálise.
Mais do que assinalar uma data, este aniversário representa também uma oportunidade para reconhecer o percurso construído por várias gerações de profissionais e pelos doentes que fazem parte da história da unidade. Aos doentes, Luciano Pereira deixa uma mensagem clara: “Nós estamos aqui para fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para vos ajudar.” Aos colaboradores, Paula Vasconcelos reforça a importância de cada elemento da equipa: “Todos vós sois fundamentais. E todos juntos, tratamos e cuidamos dos nossos doentes.”
Depois de 47 anos de atividade, a DaVita Porto continua, assim, a afirmar o seu compromisso com uma prestação de cuidados de qualidade, próxima e humanizada, mantendo o doente no centro da sua atuação e olhando para o futuro com o mesmo sentido de responsabilidade e dedicação que tem marcado o seu percurso.

