A DaVita Lousada celebra no dia 8 de julho o seu primeiro aniversário enquanto clínica integrada na rede internacional de cuidados renais. Embora a unidade tenha aberto portas há dois anos sob a designação Dialmedicis, este último ano ficou marcado pela integração na DaVita, num processo de profunda reorganização que, segundo a equipa, permitiu reforçar a qualidade, a segurança e a proximidade dos cuidados prestados.
A diretora clínica, Patrícia Neto, faz um balanço positivo deste primeiro ano, apesar dos desafios inerentes à mudança. “Foi um ano exigente, marcado por uma profunda reestruturação ao nível das pessoas, dos equipamentos, dos procedimentos e da organização interna. Conseguimos manter o foco nos doentes, garantindo continuidade, melhorando a segurança e proximidade nos cuidados prestados”, afirma.
Quando a integração foi iniciada, “Sabíamos que seria um processo exigente, porque implicava novas formas de trabalhar e uma reorganização da equipa. As expectativas foram alcançadas, sobretudo pela capacidade que tivemos de transformar um período de mudança numa oportunidade de aprendizagem”, refere a diretora clínica.
Também para o enfermeiro-chefe, Alberto Peixoto, o maior desafio passou por gerir a transformação da unidade sem comprometer o funcionamento diário. “Houve alterações significativas na estrutura, nos equipamentos, nas equipas e nos procedimentos, e tudo isso teve de acontecer mantendo a atividade clínica diária com rigor e segurança”, sublinha, acrescentando que “a comunicação, a organização e o trabalho em equipa revelaram-se essenciais ao longo de todo o processo”.
A proximidade é, aliás, um dos principais benefícios que a unidade proporciona aos doentes renais da região. Patrícia Neto destaca que a clínica permite que muitos doentes realizem os tratamentos “mais perto de casa”, reduzindo deslocações e o desgaste associado à diálise, enquanto facilita a organização das famílias.
No plano assistencial, a responsável considera que a unidade se distingue pela conjugação entre rigor técnico e acompanhamento humano. “Houve um trabalho muito importante de reestruturação e melhoria de processos, sempre com o objetivo de garantir cuidados mais seguros e consistentes. Mas valorizamos igualmente a relação que construímos com cada doente, que deve sentir-se seguro, respeitado e acompanhado.”
Essa relação de confiança é construída diariamente, defende Alberto Peixoto. “Os doentes passam muitas horas connosco todas as semanas. É importante escutar, esclarecer dúvidas, explicar procedimentos e estar atento às necessidades de cada pessoa”, afirma, salientando que, mesmo durante um período de transição, a prioridade foi transmitir estabilidade e confiança.
Ao recordar o último ano, o enfermeiro-chefe destaca a forma como os próprios doentes acompanharam a evolução da unidade. “Houve dúvidas e adaptações, mas também compreensão e confiança.
Ver os doentes perceberem que as mudanças tinham como objetivo melhorar a organização, a segurança e a qualidade dos cuidados foi muito significativo.”
Outro dos pilares apontados para o sucesso da integração foi o trabalho desenvolvido pela equipa multidisciplinar. “Numa unidade de diálise, médicos, enfermeiros, auxiliares, administrativos e restantes profissionais têm todos um papel fundamental. Quando existe comunicação, entreajuda e responsabilidade partilhada, conseguimos prestar cuidados mais seguros, mais organizados e mais centrados na pessoa”, realça Alberto Peixoto.
Entre as principais conquistas deste primeiro ano, Patrícia Neto destaca a estabilidade alcançada durante um período de profunda transformação. “O que mais nos orgulha é termos conseguido atravessar um ano de grande mudança mantendo a estabilidade dos tratamentos e a confiança dos doentes. Conseguimos consolidar a clínica dentro da estrutura DaVita e criar bases sólidas para o futuro.”
Com os olhos postos nos próximos anos, a diretora clínica garante que a prioridade passa por continuar a afirmar a unidade como uma referência regional na área da diálise. “Queremos manter elevados padrões de qualidade e segurança, continuar a investir na formação da equipa, melhorar continuamente os processos e reforçar a proximidade com os doentes e as suas famílias. Depois de um ano de integração, queremos agora um ciclo de estabilidade, crescimento sustentado e melhoria contínua.”

