A DaVita Alcobaça assinala o seu terceiro aniversário com um balanço positivo de um percurso marcado pelo crescimento gradual e estável, pela aposta na qualidade dos cuidados e pela construção de uma equipa cada vez mais focada nas necessidades dos seus doentes. Para a equipa dirigente, constituída pelo diretor clínico, João Bispo, e pela enfermeira-chefe, Carolina Luís, esta data representa “uma alegria e uma felicidade enormes”, por assinalar o percurso de uma equipa que procura aliar qualidade, melhoria contínua, diversão e espírito de pertença.
Ao longo destes três anos, a evolução da clínica tem sido positiva, tanto ao nível da qualidade dos cuidados como do crescimento da unidade. Um caminho feito de desafios e aprendizagens, mas sempre com os olhos postos no futuro. “Temos tido altos e baixos normais na equipa e nos doentes, mas seguimos com foco no futuro. O crescimento da clínica tem sido lento, mas gradual e estável”, explica o diretor clínico.
Um dos principais desafios tem sido a constituição e estabilização das equipas, sobretudo nas áreas médica, de enfermagem e de apoio. A enfermeira-chefe destaca, neste contexto, a aposta na formação como uma das estratégias para responder a esta necessidade: “Temos mantido o foco na formação e capacitação de enfermeiros que realmente querem trabalhar na área da hemodiálise.”
Mais do que um marco específico, o terceiro aniversário representa um processo contínuo de construção, com a implementação de diferentes projetos orientados para a melhoria dos cuidados. Esta lógica de evolução constante tem permitido à clínica consolidar a sua resposta e adaptar-se às necessidades dos doentes.
A proximidade é um dos aspetos que mais contribui para o impacto da clínica na vida dos doentes e das suas famílias. A possibilidade de realizar os tratamentos mais perto de casa é complementada pela articulação da equipa multidisciplinar com diferentes serviços, apoios e instituições da comunidade. “Pensamos que o grande impacto passa pela proximidade às suas casas e pela articulação dos diferentes projetos implementados, da equipa multidisciplinar e dos serviços e apoios da comunidade, na qualidade de vida dos doentes”, salienta João Bispo.
Esta ligação à comunidade é também essencial para a humanização dos cuidados, nomeadamente através da criação de parcerias que permitem reforçar o apoio aos doentes no domicílio, em áreas como a higiene e a alimentação.
Carolina Luís acrescenta que este trabalho passa igualmente por garantir “cuidados com individualidade ao doente, de acordo com as suas particularidades clínicas e não clínicas”.
Dentro da clínica, a comunicação e a entreajuda assumem um papel central. O diálogo entre profissionais e as reuniões interpares permitem alinhar diferentes perspetivas e encontrar soluções com um objetivo comum: prestar os melhores cuidados possíveis. “Existe um bom ambiente de trabalho, em que cada um procura fazer o seu papel com grande interligação e entreajuda, dentro de cada grupo profissional e interprofissional”, afirma a enfermeira-chefe.
Esta cultura de proximidade estende-se também aos próprios doentes, que, na sua maioria, participam nas atividades dinamizadas pela clínica e incentivam a realização de novas iniciativas. Para a equipa, este envolvimento traduz um sentimento de pertença que contribui para fortalecer a relação entre profissionais e doentes.
Ao longo do percurso, houve ainda momentos particularmente exigentes, como as dificuldades sentidas durante a tempestade Kristin. Uma experiência que demonstrou a capacidade de resposta e união da equipa e que, apesar dos desafios, foi ultrapassada com sucesso.
Para os próximos anos, a estabilização das equipas profissionais é uma das principais prioridades da clínica, permitindo continuar a reforçar uma abordagem cada vez mais centrada na pessoa e na sua autonomia. “Queremos prestar cuidados ainda mais focados no doente e na sua capacitação nas atividades de vida diária”, afirma João Bispo.
Neste terceiro aniversário, o diretor clínico deixa uma palavra de reconhecimento a todos os profissionais que têm contribuído para este percurso: “Queremos agradecer a todos os profissionais o empenho pessoal e o profissionalismo, que nos têm permitido ser aquilo que somos: uma excelente equipa com um objetivo comum.”
Aos doentes, a enfermeira-chefe deixa uma mensagem de confiança e proximidade: “Queremos agradecer pela confiança e dizer que estamos presentes, que podem contar connosco e que procuraremos ser cada vez melhores.”

